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Podologia

Queratólise puntuada Descrita há mais de um sécul Queratólise puntuada

Descrita há mais de um século como uma forma de hiperqueratose plantar, recebeu o nome atual em 1965, quando também foi identificada a bactéria causadora. As corinebactérias, comuns na pele, fazem parte da microbiota normal.

O que é?
Geralmente assintomática, costuma ser percebida por mau cheiro ou suor excessivo nos pés. Aparecem pequenos “furinhos” na planta dos pés, que podem se unir formando erosões superficiais. Normalmente não há inflamação, e as mãos raramente são afetadas.

Causa
É provocada por enzimas que degradam a queratina, produzidas por bactérias como Corynebacterium, Kytococcus sedentarius e Dermatophilus congolensis.

Fatores de risco
Ambientes úmidos e uso prolongado de calçados fechados, comuns em:

esportistas

soldados

profissionais de segurança

trabalhadores com botas ou calçados de proteção

agricultores

É mais frequente em homens adultos. O mau odor ocorre devido à degradação da queratina.

Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é clínico. A luz de Wood pode mostrar fluorescência vermelho-coral.

O tratamento envolve reduzir a umidade e usar antibióticos tópicos (eritromicina, mupirocina, ácido fusídico). Em casos resistentes, pode-se usar antibiótico oral.

Em 2 a 3 semanas, há melhora da pele e do odor.

Fonte: PM Podólogos Mexicanos (grupo de Facebook) link: 
https://shorturl.at/nLOMC
Fungo no pé de mulher que espera amputação começou Fungo no pé de mulher que espera amputação começou com um “caroço”.

A filha de Maria Aparecida, de 52 anos, que espera há mais de 400 dias na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma amputação de urgência, diz que o fungo no pé da mãe começou com um “caroço” pequeno. Segundo Denise Dutra, com a demora para diagnosticar, o nódulo foi crescendo e inchando, até o ponto onde os remédios antifúngicos receitados pelos médicos não estavam surtindo mais efeito.
Maria Aparecida luta há mais de 27 anos contra uma infecção grave no pé direito, o que a impossibilita de andar, trabalhar e viver uma vida digna.
Moradora de Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, ela adquiriu a infecção fúngica, conhecida como Micetoma Eumicótico, há 30 anos, em 1996, por uma pequena ferida no membro inferior. Esse fungo, de acordo com os médicos, tende a atingir agricultores e trabalhadores rurais, por solos contaminados por esses microrganismos. Na época, ela morava em uma área rural de Alexânia (GO).
A filha conta que, durante esses anos, a mãe procurou atendimento tanto no sistema de saúde de Goiás quanto no do Distrito Federal. Atualmente, ela faz o acompanhamento médico no Hospital Universitário de Brasília (HUB).
De mãos atadas, a resposta que a família recebeu da equipe médica foi de que Maria precisaria amputar o pé. A justificativa era de que a infecção já atingiu o sistema ósseo, e se cair na corrente sanguínea pode causar sepse – uma infecção generalizada que se não tratada precocemente leva ao choque e morte. O problema é que o tempo de espera para uma consulta e cirurgia no SUS, já soma 405 dias e Maria está no 31º lugar. A aposentada deu entrada na fila em 13 de janeiro de 2025.

➡️ Leia a matéria completa no metropoles.com 

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/fungo-no-pe-de-mulher-que-espera-amputacao-comecou-com-um-caroco
Casos do mundo... Casos do mundo...
Fica a dica Fica a dica
Recebi de uma paciente, ela encontrou isso na inte Recebi de uma paciente, ela encontrou isso na internet!! Este pé parece estar inflamado. Não é coisa de um dia!!
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Assustou? Ótimo sinal! Isso mostra que você sabe c Assustou? Ótimo sinal! Isso mostra que você sabe como é importante não descuidar dos cuidados podológicos.

RELATO DE CASO 

Um homem de 77 anos foi encaminhado de uma clínica de atenção primária rural com múltiplas lesões cutâneas verrucosas no pé esquerdo há 3 meses. No momento da consulta, ele estava tomando gabapentina oral 300 mg três vezes ao dia, prescrita por seu médico de atenção primária para suspeita de herpes-zóster no pé esquerdo. O paciente negou qualquer prurido, parestesia ou dor associada. O exame físico revelou pápulas eritematosas a vermelho-acastanhadas, discretas, endurecidas e não dolorosas, distribuídas na superfície plantar, falanges distais e aparelho ungueal, com confluência em placas escamosas, hiperqueratóticas e verrucosas (Fig. 1a). A quarta e quinta falanges apresentavam destruição parcial e completa do aparelho ungueal, respectivamente, com expansão circunferencial do tecido mole (Fig. 1b). Uma biópsia por raspagem obtida da linha de Wallace foi submetida para avaliação histopatológica. 

Fonte (em inglês) : HINDS, B.; BANTA, J. C.; BROWN, C. A. Acral hyperkeratotic and verrucous plaques in a 77-year-old male patient. International Journal of Dermatology, v. 55, n. 10, 2016.
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